Br Hostel por Eduardo Andrade

Atualizado: Mai 3

Cheguei em BH, trânsito caótico. Como descansar um instante sequer neste excesso de vida? Pensei. Logo me lembrei que eu havia esquecido de reservar um local para ficar e que não havia combinado com amigos. Tive de procurar na internet e encontrei o BR-Hostel. Algo me atraiu. Até então eu não sabia o que era. Contatei o local e fiz minha reserva. Rápido, prático e eficaz. O local parecia ser barato. Um barato! Após todo tumulto do trânsito cheguei naquela rua, quase um beco, uma dobradura nos arredores congestionados. Uma luz verde na porta demarcava a entrada, era o portal da esperança! Um pedacinho de lugar. Para quem julga olhando tamanho concreto. O local tinha autonomia, estilo e vida. Será mesmo aqui? Toquei a campainha e na janela de cima gritaram, com certa intimidade de quem tem humanidade: - ei, boracá! E o portão se abriu, junto dele um marco na minha vida. Subi as escadinhas. Observando cada detalhe. Lugar simples: Simples me lembra casa! Na recepção, ainda tateando o local, andando circunspecto, eu respondia às perguntas básicas feitas pela equipe. Nome, profissão, etc.. Aquilo que nos representa sem ser a gente mesmo. Representações ao sistema. Feito esta parte foram me apresentar o lugar. Me acompanharam empolgados, era semana de inauguração e o âmago deleitoso da equipe de apresentar o lugar causava ímpeto no desejo do hóspede de conhecer cada centímetro dali. Sorriso, prosa viva, sem sistema para orientar, aconteceu! Nos apresentamos um ao outro. Ficamos na varanda varando horas a fio. Altas horas e eu ainda lá conversando. Eles também. Já estava eu em casa. Assuntos de arte, literatura e fascínio pela leitura de mundo dos ali presente me fisgaram. Chegou mais gente. E eu com malas lá em cima, nem no quarto eu ainda havia adentrado. Adentrei-me primeiro na relação humanitária que é escassa na maioria dos ambientes hoteleiros. Eis a diferença do local: recebe a pessoa para além do hóspede. Deixei um livro, lugares assim me dá vontade de deixar pedaços da gente. O livro foi recebido com envergadura tão emocionante que lisonjeia! O livro lá está. As memórias cá estão. Doces memórias. No quarto placas escritas em mineirês, arte pintada nas paredes, tudo simples, tão simples que faz caber a gente. Compacto, o lugar pactua com quem deseja descansar, relaxar, tornar a viagem um ambiente com vida. Tem estante de livros. Café que sorri cuidado. Tem vida noturna no segundo piso e, para quem deseja silêncio, tem lá a morada da acalentadora ausência de barulho. Como pode né, ter vida noturna onde as pessoas gargalham, dançam, cantam, se interagem, ter também silêncio no quarto? É que o respeito prevalece como proposta. Todo dia é inauguração lá! A localidade é tão excelente que se localiza dentro da gente. Sequaz tornei-me. Esqueci insulina lá certa vez e dela cuidaram. Cuidaram de mim sem que eu estivesse lá. O BR-Hostel não apenas cumpre contrato ou se limita nas obrigações, ele acolhe com trato. Este relato é um obrigado que eu tinha que falar detalhado. O Br-Hostel é-terno! Crônica de Eduardo Lucas Andrade. Em nome de todos da equipe do Br Hostel, muito obrigado pelo carinho.

Br Hostel - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil

Rua Tomé de Souza, 1399 - Savassi

Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil

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