3 exposições imperdíveis para ir até o fim de março em BH
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Para o mês que se inicia, BH conta com exposições que valem a saída de casa. O Centro Cultural Banco do Brasil concentra dois espetáculos que misturam teatro, dança e música, enquanto a Universidade Federal de Minas Gerais abre uma mostra com mais de 400 obras de um artista mineiro.
Tem opção paga e gratuita, para públicos diferentes e em vários horários. Veja a seguir!
15 Anos Lamira!
O CCBB BH recebe a mostra entre 6 de março e 5 de abril com dois espetáculos que cruzam linguagens no palco.
“A Jornada de Kokoro”, em cartaz de 6 a 15 de março, acompanha um boneco que precisa se desfazer do próprio coração para iniciar um processo de mudança. A encenação combina teatro e formas animadas e constrói a narrativa com o uso de bonecos como eixo central. As sessões acontecem às sextas e sábados, às 15h, e aos domingos, às 11h e 15h.
Na sequência, de 20 de março a 5 de abril, “GIBI” leva quatro palhaços para dentro do universo das histórias em quadrinhos. A montagem mistura dança e comicidade física, criando uma experiência que conversa com crianças e adultos. Os horários seguem o mesmo padrão: sextas e sábados, às 15h; domingos, às 11h e 15h.
Sonho Elétrico
Também no CCBB BH, “Sonho Elétrico” fica em cartaz de 6 a 30 de março, com apresentações de sexta a segunda, sempre às 20h.
A história parte de um evento inesperado: uma artista é atingida por um raio e entra em coma. A partir daí, o espetáculo percorre memórias, sonhos e a possibilidade de um novo começo.
Com 90 minutos de duração, a montagem marca os 25 anos da companhia responsável e reúne em cena Verónica Valenttino, Idylla Silmarovi, Cris Meirelles, Jessyca Meyreles e o pianista Luís Chamis.
Márcio Diegues: todas as coisas além do céu
Para quem prefere artes visuais, a Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG inaugura, em 2 de março, a exposição dedicada à produção de Márcio Diegues.
A mostra reúne mais de 400 itens, entre desenhos, gravuras, fotografias e objetos, organizados a partir do acervo do artista em Belo Horizonte. Com curadoria de Sandro Ka, o projeto nasce de um trabalho de catalogação e preservação das obras.
A entrada é gratuita, e a visita é uma chance de percorrer diferentes momentos da trajetória do artista em um único espaço.
FONTE: soubh.uai.com.br

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